Mapeamento de superfície
Endpoints de API, fluxo de matchmaking, fronteira client-server - mapeamos o que um atacante, ou um trapaceiro, miraria primeiro.
Da API que roda o chaveamento de um torneio ao client que lê input do jogador - testamos a camada onde trapaça, fraude e comprometimento de plataforma realmente acontecem.
Não é scan de infra genérico: é teste de segurança que entende a lógica do jogo.
Construído por gente que já rodou infraestrutura em tempo real pra jogo competitivo.
Só testamos com autorização - todo engajamento começa com escopo assinado.
Começamos construindo infraestrutura em tempo real pra jogo competitivo - e aprendemos exatamente onde esse tipo de sistema quebra.
Hoje aplicamos isso em segurança ofensiva: pentest, simulação de exploit e auditoria de lógica de jogo pra plataformas, torneios e estúdios.
O que listamos aqui é o que a gente realmente faz - não é um menu de serviço copiado de MSSP genérico.
Segurança ofensiva pra plataformas de gaming, torneios e estúdios - de uma API única a um evento ao vivo sob carga.
Pentest manual da aplicação, API e backend da sua plataforma.
Auditando a lógica de negócio que um pentest genérico não pega.
O mesmo exploit que um atacante ou dev de cheat real construiria.
Achar o ponto de ruptura num teste, não na sua final.
As classes de vulnerabilidade que aparecem de verdade em backend de jogo.
Resposta a violação e perícia quando já tá acontecendo.
Pentest manual da aplicação, API e backend da sua plataforma.
Pentest de Plataforma & API →Auditando a lógica de negócio que um pentest genérico não pega.
Auditoria Anti-Cheat & Lógica de Jogo →O mesmo exploit que um atacante ou dev de cheat real construiria.
Simulação de Exploit & Red Team →Achar o ponto de ruptura num teste, não na sua final.
Teste de Resiliência de Infra de Torneio →As classes de vulnerabilidade que aparecem de verdade em backend de jogo.
Treinamento de Segurança pra Times de Dev de Jogos →Resposta a violação e perícia quando já tá acontecendo.
Resposta a Incidente pra Plataforma de Gaming →Cada item abaixo é uma técnica real que usamos - não é checklist copiado de playbook de MSSP.
Endpoints de API, fluxo de matchmaking, fronteira client-server - mapeamos o que um atacante, ou um trapaceiro, miraria primeiro.
Duplicação de item, exploit de moeda, bypass de autenticação, manipulação de rank - as vulnerabilidades que scanner não acha porque não são código quebrado, são premissa quebrada.
Construímos o mesmo tipo de ferramenta que um trapaceiro real usaria, em ambiente controlado, pra medir o que sua detecção realmente pega.
Carga simulada contra matchmaking, chaveamento de torneio e infra de evento ao vivo - medido antes de uma audiência real achar o ponto de ruptura durante uma final.
Todo achado é retestado depois da correção. Severidade, evidência e status - acompanhados até fechar de verdade, não só reportado uma vez.
Nenhum teste começa sem escopo assinado e autorização por escrito de quem é dono do sistema. Sem exceção.
Sem formulário, sem funil.
Escopo discutido direto por e-mail, com quem escreve o exploit.